Resumo sobre: A transferência da corte Portuguesa para o Brasil.
Com a vinda da Corte Portuguesa para o Brasil, o Rio de Janeiro foi privilegiado. Se o Príncipe Regente de Portugal ( D. João) governava do Rio de Janeiro, aqui era a capital do Império Português. Aqui morava a Família Real Portuguesa, portanto era preciso que a cidade fosse embelezada e oferecesse tudo aquilo de que os nobres precisavam. Assim, surgiram novas casas e novos bairros, a Família Real foi morar na chácara onde hoje é a Quinta da Boa Vista. Foram criados novos serviços públicos como: Arquivo Real Militar, Real Fábrica de Pólvora, Erário Régio, Tribunal da Junta do Comércio, o Corpo da Guarda da Polícia, o Banco do Brasil. Além disso, os nobres estavam habituados a ter acesso à cultura portanto, o Rio de Janeiro ganhou a Biblioteca Nacional, o Jardim Botânico, o Teatro Real de São João, a Imprensa Régia e várias Escolas.
Resumo sobre: A Revolução do porto
A chamada Revolução do Porto foi um movimento liberal que acarretou conseqüências tanto na História de Portugal como na História do Brasil. Iniciado na cidade do Porto no dia 24 de Agosto de 1820, cuja burguesia mercantil se ressentia dos efeitos Lopes e maricas do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana, o movimento reivindicatório logo se espalhou, sem resistências, para outros centros urbanos de Portugal, consolidando-se com a adesão de Lisboa. Iniciado pela guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, e por comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza e o Exército português. Entre as suas reivindicações, exigiu: O imediato retorno da Corte para o reino, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana; o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional; e a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstalação do Pacto Colonial).
Resumo sobre: A transferência da corte Portuguesa para o Brasil.
Já no começo do século XIX, a Europa estava abalada pelas conseqüências da revolução francesa, além de seus princípios de liberdade e fraternidade terem se difundido na Europa. E assim começa o novo século. Pouco tempo depois, surge uma figura extremamente importante na Revolução Francesa, que mudou o rumo da historia mundial e principalmente, no Brasil. Este grande pequeno homem chamava-se Napoleão Bonaparte. Este homem de pouco mais de 1,60m de altura corou-se Imperador da França, e estava disposto à se tornar o senhor supremo da Europa e do mundo. Conquistou a maioria dos países europeus, com exceção da Rússia (muito grande, perdeu lá pelo frio e fome, que causou a desmoralização de seus soldados), Inglaterra (muito forte militarmente) e Portugal (pequeno reino europeu, aliado da Inglaterra). Após então, Napoleão decidiu derrotar a Inglaterra internamente, então proibiu a todos os países da Europa a fazer comercio c/ a Inglaterra. Portugal então apenas ignorou e comercializou com os ingleses livremente. Napoleão enraivecido decretou guerra e decidiu invadir o pequeno país (e se ele conquista-se Portugal, o Brasil automaticamente seria dele). O rei de Portugal, Dom João VI, considerado um rei muito burro, consegui confundir o nanico Frances e transferir a sede do reino para o Brasil, se transferindo para cá (sabia que até Napoleão já tinha planos para o Brasil? Ele queria transformar esse nosso pai em uma sede militar avançada e grande exportador agropecuário). Dom João então ficou aqui e tomou gosto pela terra, quase se esquecendo de Portugal. Transformou e melhorou o país.
Resumo sobre: A Revolução do porto
A chamada Revolução do Porto foi um movimento liberal que acarretou conseqüências tanto na História de Portugal como na História do Brasil. Iniciado na cidade do Porto no dia 24 de Agosto de 1820, cuja burguesia mercantil se ressentia dos efeitos do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana, o movimento reivindicatório logo se espalhou, sem resistências, para outros centros urbanos de Portugal, consolidando-se com a adesão de Lisboa. Iniciado pela guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, e por comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza e o Exército português. Entre as suas reivindicações, exigiu: o imediato retorno da Corte para o reino, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana; o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional; e a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil(reinstalação do Pacto Colonial).
Resumo sobre: A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil.
Em 1808,a Corte Portuguesa estabeleceu-se no Brasil fugindo da invasão de Portugal pelos franceses.Para compreendermos as causas da tranferência da Corte portuguesa para o Brasil é necessário para os acontecimentos na Europa.Com objetivo de quebrar resistência da Inglaterra,Napoleão tentou sufocá-la. Portugal se encontrava numa situação bastante dificil sofrendo pressões tanto dos ingleses quanto dos franceses.Em 1807,França e Espanha assinaram o tratado de Fontainebleau,que formalizava a decisão de ambas nações de invadirem Portugal e dividirem entrei si suas colônias. A partida da Corte portuguesa deu-se no momento em que tropas francesas,comandadas pelo general Junot iniciaram a invasão.Em 7 de março,transferiram-se definitivamente para o Rio de Janeiro,a Corte Portuguesa adotou uma política econômica gradativa e livre comércio do Brasil. Foi com esse objetivo que em 28 de Janeiro de 1808 o regente Dom João assinou a arta régia decretando a abertura dos portos brasileiros.Em 1 de abril de 1808 dona Maria 1ª revogou o alvará de 1785,vários foram os obstáculos que impediam o florescimento da indústria. Em 1810 por exemplo,foi assinado o tratado de Comércio e Navegação que estabelecia a cobrança de taxa de 15% da importação inglesa. Com relação à política externa os governantes portugueses lutaram neste período para ampliar as fronteiras territoriais brasileiras.Além de todas as mudanças o estabelecimento e a permanência do governo português no Brasil. Em 1815,Napoleão foi derrotado definitivamente por uma aliança de países europeus,realizaram o Congresso de Viena.A Corte Portuguesa lutou para restabelecer seus direitos sobre o reino. O descontentamento popular gerou rebeliões e revoltas.Portugal porém atravessava uma situação de crise econômica e caos social.
Resumo sobre:Revolução do Porto
A Revolução Liberal do Porto foi um movimento militar iniciadp em agosto de 1820 na cidade de Porto,embora tenha se passado na Europa a Revolução de 1820 está intimamente ligada aos rumos da história brasileira no século 19.A transferências da Corte Portuguesa para sua maior colônia trouxe novos desafios para Portugal,a abertura dos portos brasileiros por exemplo.A nobreza por sua vez havia perdido uma série de privilégios,enfim o cenário de Portugal naquele momento parecia contrastar com a suposta prosperidade do Brasil. No mesmo ano outras regiões da Europa passaram por revoluções liberais,as Cortes portuguesas também procuraram formar um governo liberal no país subordinando a Coroa ao Legislativo.Enquanto elaboravam a nova constituição do país as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna Espanhola,ao mesmo tempo no Brasil chegavam as primeiras notícias da Revolução do Porto. As primeiras notícias da revolução do Porto chegaram no Brasil somento dois meses depois do início do movimento.Os primeiros acreditam que a revolução acabaria com o absolutismo,os outros enxergavam como uma chance de restabelecer o monopólio comercial.O ponto de inflexão ocorreu em dezembro daquele ano quando as Cortes exigiram a imediata volta de Dom Pedro a Portugal,o que se viu a partir de então foram acontecimentos à Independência do Brasil em setembro de 1822.
Resumo de : A Tranferência da Corte Portuguesa para o Brasil
Em 1808, a Corte Portuguesa estabeleceu-se no Brasil fugindo da invavão de Portugal pelos franceses. Os treze anos de sua permanência no Brasil provocariam importantes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais. Portugal se encontrava numa situação bastante difícil sofrendo pressões tanto dos ingleses quanto dos franceses. De um lado, Napoleão exigia que Portugal rompesse política e economicamente com a Inglaterra, fechasse seus portos. A partida da Corte Portuguesa deu-se no momento em que as tropas francesas, comandadas pelo General Junot, iniciaram a invasão do reino. As embarcações trazendo a Corte e a nobreza portuguesa para o Brasil aportaram em Salvador. Em 1 de abril de 1808, Dona Maria 1 ª revogou o alvará de 1785, liberando o estabelecimento de indústrias e manufaturas no Brasil. Em 1810, foi assinado o tratado do Comércio e Navegação, que estabelecia a cobrança de taxa de 15 por cento na importação de mercadorias inglesas; e a concessão de um porto, o de Santa Catarina, que ficou livre de taxas alfandegárias. Além de todas as mudanças nas relações comerciais e nos padrões das ativiadades produtivas mencionadas; o estabelecimento e a permanência do governo português no Brasil. Em 1815, Napoleão foi derrotado definitivamente por uma aliança de países europeus e organizaram o Congresso de Viena. Portugal, porém, atrevessava uma situação de crise econômica e caos social. Desde a partida da Corte Portuguesa, os súditos do reino se sentiram traídos pelos seus governantes.
Resumo de : Revolução do Porto
A Revolução Liberal do Porto foi um movimento militar iniciado em agosto de 1820 na cidade do Porto, ao norte de Portugal, espalhando-se rapidamente para outras regiões do país, até chegar em Lisboa. Naquele mesmo ano, outras regiões da Europa passaram por revoluções liberais. Para atender ao último objetivo, as Cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio comercial sobre o Brasil. Enquanto elaboravam a nova Constituição do País, as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna espanhola. As primeiras notícias da Revolução do Porto chegaram ao Brasil somente dois meses após o iníccio do movimento. Os primeiros acreditavam que a revolução acabaria com o absolutismo, os outros enxergavam no movimento a chance de restabelcer o monopólio comercial. Nas províncias do Centro-Sul, predominou a posição contrária ás reivindicaçõe ás das Cortes Portuguesas, com o retorno da Família Real da Europa. No Norte e Nordeste, contudo, a posição foi outra. Amplos setores tinham sido prejudicados pela autonomia dada ao Brasil desde 1808.
Resumo: A tranferência da Coroa portuguesa para o Brasil!
: A ter em conta o que nos dão a saber as sínteses de História de Portugal a respeito das Invasões Francesas, seremos forçados a concluir que os Açores são totalmente ignorados relativamente à aventura napoleónica na sua fase peninsular em que Portugal foi teatro de operações. Esta marginalidade, entenda-se, traduz-se numa absoluta omissão quanto a qualquer relação, directa ou indirecta, com os desenvolvimentos desse relevante período da nossa história. Dir-se-ia que o espaço português se reparte, então, pela porção continental ocupada pelos exércitos de Napoleão e pelo território do Brasil para onde a Corte se tranferiu em finais de 1807, dando lugar a uma fase marcante da vida nacional já que, como afirma Kenneth Maxwell "representou uma verdadeira linha divisória, tanto na história de Portugal como da do Brasil”. [...] Desta feita, propomo-nos trabalhar sobre um conjunto documental diversificado relativo à Capitania-Geral dos Açores, visando estabelecer em torno da sua análise uma perspectiva esclarecedora quanto às incidências nos Açores das dificuldades resultantes da devastação causada pelas invasões napoleónicas, da consequente transferência da corte portuguesa para o Brasil e, em última análise, do endividamento externo da coroa, daí resultante. [...]
Resumo : A Revolução do Porto!
Tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
Nome : Marcos Soares Cavalcanti Junior Turma: M-56
A Vinda da corte Portuguesa para o Brasil
No século XIX, grandes acontecimentos marcaram a história da Europa, entre uma delas, foi quando Napoleão Bonaparte se tornou soberano do Império da França, seu objetivo era comandar toda a Europa, e para que isso se tornasse realidade, invadiu e aniquilou os exércitos de diversos países, porém não conseguiu o esperado sucesso, pois, o exercito inglês o superou. Nessa época, Portugal era governado pelo provável herdeiro da coroa, Dom João. Em novembro de 1807, toda a nobreza portuguesa, sob a proteção da força naval inglesa, chegaram ao Brasil. Ficando alguns dias em Salvador, Dom João tomou suas duas primeiras decisões importantes para a economia brasileira, autorizou a instalação de indústrias e fez a abertura dos portos aos países amistosos, além da construção de estradas. No dia 8 de março de 1808, Dom João se mudou para o Rio de Janeiro, aonde se tornou a residência oficial da corte portuguesa, lá ele instituiu alguns ministérios, entre eles o da Guerra, da Marinha, da Fazenda e do Interior. Enquanto o Brasil crescia socialmente e economicamente, Portugal só decaia, gerando uma grande revolta na população portuguesa, aonde exigiram a volta da corte para Portugal, não tendo outra opção Dom João retornou para Portugal, porém levou consigo todo o dinheiro dos cofres brasileiros, assim enriquecendo Portugal novamente, e deixando o Brasil em uma grande crise econômica.
A Revolução Liberal do Porto
Em 1820, Portugal se encontrava em uma situação bastante complicada. Do ponto de vista político, o país estava sob a supervisão de autoridades inglesas que lutaram contra as invasões promovidas pelos exércitos de Napoleão Bonaparte. Além disso, o rei da nação se encontrava no Rio de Janeiro, o que gerou uma expressa insatisfação para com o regime monárquico. A economia se encontrava prejudicada com a abertura dos portos brasileiros e os conflitos que tomaram conta do país. A mais importante medida tomada por esse governo provisório foi a convocação das Cortes, uma espécie de assembleia constituinte formada por representantes do povo, do clero e da nobreza. A missão fundamental das Cortes era promover o estabelecimento de uma nova carta constitucional que limitasse o poder de atuação da autoridade monárquica e atendesse os demais anseios da população portuguesa. Para que isso fosse possível, era necessário que o rei Dom João VI estivesse presente no país. No dia 26 de abril de 1821, a Família Real voltou para Lisboa. Antes que Dom Pedro I voltasse a Portugal ou que uma revolta popular eclodisse no Brasil, os membros da nossa elite incitaram o regente a proclamar a independência. Dessa forma, o Estado português perdia seu mais rico território de exploração colonial e o Brasil conquistava sua autonomia política.
A família real portuguesa permanece no Brasil de 1808 a 1821. O deslocamento do governo metropolitano é provocado pela conjuntura européia durante o período napoleônico e influencia diretamente o processo da independência brasileira. Principais medidas – Entre as primeiras decisões tomadas por Dom João, estão a abertura dos portos “às nações amigas”, a fundação do Banco do Brasil e do Jardim Botânico e a permissão para o funcionamento de fábricas e manufaturas. Em 1810, é assinado um acordo que concede tarifas preferenciais às mercadorias inglesas. Nos anos seguintes, Dom João cria a Academia Militar e da Marinha, a Biblioteca Real e a Imprensa Régia. Em 1815, eleva o Brasil à condição de Reino Unido. O artifício é utilizado para que a monarquia portuguesa esteja formalmente representada no Congresso de Viena, que reorganiza o mapa político da Europa após a derrota de Napoleão . Um ano depois, recebe no Rio de Janeiro a Missão Francesa, um grupo de artistas e intelectuais, entre eles o francês Jean-Baptiste Debret . Após a morte de sua mãe, Dona Maria I, em 1818, o regente é coroado no Rio de Janeiro, como Dom João VI . Em 1820, estoura em Portugal a Revolução do Porto, movimento liberal e antiabsolutista da burguesia. Depois de convocar em Lisboa as Cortes Constituintes, o governo revolucionário impõe ao rei o juramento antecipado da primeira Constituição portuguesa e pede sua volta. Dom João VI jura seguir a futura Constituição e regressa à metrópole em 26 de abril de 1821, deixando Dom Pedro, seu filho mais velho, como regente do Reino Unido.
Revolução Liberal do Porto (1820)
Burguesia mercantil liderava movimento * organizaram um governo Junta Provisional do Governo Supremo do Reino conhecido como Revolução Liberal do Porto • Fazer com que o Brasil voltasse a condição de Colônia • Retorno da Família Real imediatamente • Confusão de idéias ( Mercantilismo X Liberalismo ) • Submissão do rei ao Parlamento
26/11/1821, D. João VI, retorna a Portugal e deixa D. Pedro no Brasil como príncipe regente. • Havia o interesse do governo português em transformar o Brasil em Colônia • provoca reação das camadas influentes no Brasil.
A revolução Liberal do porto foi um movimento militar iniciado em agosto de 1820 na cidade do Porto, conquistou o apoio da burguesia ,do clero, da nobreza e do exercito. Embora tenha se passado na Europa , a revolução de 1820 esta intimamente ligada aos rumos da historia do Brasil, já que nesse ano Portugal se encontrava numa situação de crise, pois a família real já não estava mais na metrópole , pois tinha fugido da invasão das tropas napoleônicas. As cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio comercial sobre o Brasil, o movimento era contraditório pois atender as propostas liberais significaria retorno do país a condição de colônia. Com a revolução a sociedade brasileira si dividiu,fosse em razão das ambigüidades da própria revolução ou mesmo dos interesses específicos. Dom João sexto assumi uma postura conciliatória em relação a corte portuguesa, a família real volta a Portugal com exceção de Dom Pedro que assumiu a função de regente.
A transferência da corte Portuguesa para o Brasil
Em 1808 a corte portuguesa estabeleceu-se no Brasil fugindo da invasão de Portugal pelos franceses,a permanência no Brasil provocariam importantes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na colônia. Napoleão abala a economia da Inglaterra com o bloqueio continental. França e Espanha assinaram o tratado de Fontainebleau,que formalizava a decisão de ambas as nações de invadirem Portugal e dividirem entre si suas colônias , diante disso Portugal não vê outra maneira se não vir para o Brasil. As embarcações trazendo a corte e a nobreza portuguesa aportaram em Salvador ,depois transferiram-se definitivamente para o RJ, Dom João assina a carta regia decretando a abertura dos portos brasileiros as nações amigas. Com o estabelecimento do governo português no Brasil provocou importantes transformações na vida urbana e cultural da colônia, com a criação do banco do Brasil , biblioteca real etc.
Resumo: A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil.
A Corte Portuguesa estabeleceu-se no Brasil em 1808 afim de fugir da invasão de Portugal pelos franceses. Durante seus 13 anos de permanência no Brasil, provocou importantes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na Colônia que marcaram os últimos anos de domínio lusitano, rompido formalmente pelo movimento de independência política, ocorrido em 1822. Portugal encontrou-se numa situação difícil, sofrendo pressões tanto dos ingleses quanto dos franceses. Napoleão, de um lado, exigia que Portugal rompesse política e economicamente com a Inglaterra, fechasse seus portos e expulsasse o embaixador inglês, mas a Inglaterra tinha fortes comerciais com Portugal. Em 1807, França e Espanha assinaram o tratado de Fontainebleau, que formalizou a decisão de ambas as nações de invadirem Portugal e divisão entre si de suas colônias. A partida da Corte Portuguesa deu-se no momento em que tropas francesas, em comando por general Junot, iniciaram a invasão do reino. Em novembro de 1807, as embarcações que transportavam a Corte e a nobreza saíram do Tejo, em proteção por uma esquadra francesa. Em 1º de abril de 1808, dona Maria 1ª revogou o alvará de 1785, liberando o estabelecimento de indústrias e manufaturas no Brasil. Em 1810, foi assinado o tratado de Comércio e Navegação, que por sua vez estabelecia a cobrança de taxa de 15 por cento na importação de mercadorias inglesas. Em 1816, as tropas luso-brasileiras, lideradas pelo general Lecor, dominaram Montevidéu e anexaram toda a região. Mas em 1817, a Guiana Francesa foi devolvida a França e, em 1825, a Província Cisplatina conquistou sua independência, que passou a chamar-se Uruguai. A Corte Portuguesa lutou para restabelecer seus direitos sobre o reino de Portugal, foi bem sucedida nesse objetivo, pois em 16 de dezembro de 1815 conseguiu que o Congresso de Viena aprovasse um documento em que o Brasil foi elevado a categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves. A medida fazia legítima a permanência da Corte Potuguesa no Brasil, sem comprometer seus direitos em Portugal.
Resumo: Revolução do Porto.
A Revolução Liberal do Porto foi um movimento militar de início em agosto de 1820 na cidade do Porto. Embora tenha se passado na Europa, a Revolução de 1820 está intimamente ligada aos rumos da história brasileira no século 19. A transferência da Corte Portuguesa para sua maior colônia trouxe novos desafios para o rei e profundas consequências para Portugal. A abertura dos portos brasileiros afetou a economia lusitana e a burguesia comercial do país, fovorecendo o restabelecimento da ordem anterior. A nobreza, por sua vez, perdeu uma série de previlégios que possuia como integrante da Corte Portuguesa. Não é difícil entender o por que que cada uma desses setores acabou apoiando o movimento de 1820. Nesse mesmo ano, outras regiões da Europa passaram por revoluções liberais. Para atender ao único objetivo, as Cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio sobre o Brasil. Enquanto elaboravam a nova Constituição do país, as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna espanhola, de inspiração liberal, ao mesmo tempo que o Brasil chegaram as primeiras notícias da Revolução do Porto. Em linhas gerais, sob o ponto de vista ideológico, havia os que se prendiam ao caráter liberal e os que ressaltavam seu aspecto colonialista. Sob o ponto de vista dos interesses específicos de cada estrato social ou região, o Brasil se dividiu, nas províncias do Centro-Sul, Norte e Nordeste. Embora o movimento de 1820 ameaçasse limitar seus poderes, dom João 6º assumiu uma postura conciliatória em relação às Cortes Portuguesas. No dia 26 de abril de 1821, a Família Real retornou a Lisboa, com esceção de Dom Pedro, que assumiu a função de regente. O que se viu a partir de então foi uma sucessão de acontecimentos que levaram a Independência do Brasil, em 1822.
A Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil A transferência da corte para o Brasil se dá em um período turbulento em toda a Europa, nunca antes um único governante europeu cruzou o oceano para fazer uma simples visita em suas colônias ultramarinas, quanto mais uma corte inteira para aqui viver e governar. Com a transferência da corte portuguesa para o Brasil, começa-se a dar passos rumo a independência do Brasil. Ao chegar no Brasil Dom João fez o seu primeiro decreto, a abertura dos portos as nações amigas, ou seja, o Brasil poderia comercializar com a Inglaterra e outros países “amigos”, apesar de o Brasil só se separar de Portugal em 1822, a característica monopolização da colônia, estava extinta desde 1808. Em 1810 Dom João assinou tratados do Comércio, Navegação e Amizade com a Inglaterra, na simples teoria, eram apenas tratados importantes mais na prática esses tratados eram escandalosamente a favor dos britânicos, um bom exemplo a se dar é que quando as mercadorias portuguesas chegavam no Brasil deveriam pagar um valor alfandegário de 16%, já as mercadorias britânicas pagavam apenas 15%, com isso vinha para o Brasil uma gama de produtos desde vinhos até pianos, pode-se perceber que o Brasil estava amarrado a economia inglesa e ainda através do Rio de Janeiro, os ingleses exportavam boa parte de seus produtos para o Brasil e o resto da América do Sul. Os Reis europeus pressionavam para que Dom João retornasse a Portugal, só que para não ceder as pressões ele elevou o Brasil para Reino Unido de Brasil, Portugal e Algarves, na teoria o Brasil saia de uma simples colônia para a condição de um “país”, já na prática nada mudara.
A Revolução do Porto Embora tenha se passado na Europa, a Revolução do Porto está diretamente ligada aos rumos da História do Brasil no século XIX. Em 1820, Portugal se encontrava numa situação de crise econômica, política e social. Em primeiro lugar porque, desde 1808, a Família Real não estava mais na metrópole, e, sim, no Brasil, A transferência da Corte portuguesa para sua maior colônia trouxe novos desafios para o rei e profundas conseqüências para Portugal. A abertura dos portos brasileiros, por exemplo, pôs fim ao monopólio comercial português sobre o Brasil, que havia perdurado durante praticamente três séculos. Essa medida afetou a economia lusitana e, em especial, a burguesia comercial do país, favorável ao restabelecimento da ordem anterior. A nobreza, por sua vez, havia perdido uma série de privilégios que possuía até então como integrante da Corte portuguesa - agora, não mais em Lisboa, mas, sim, no Rio de Janeiro. Naquele mesmo ano, outras regiões da Europa (como Espanha, Grécia e a cidade de Nápoles) passaram por revoluções liberais. Sob influência desses movimentos, as Cortes portuguesas também procuraram formar um governo liberal no país, subordinando a Coroa ao Legislativo (isso é, criando uma monarquia constitucional), garantindo direitos aos cidadãos portugueses e enfrentando a crise em que o país se encontrava. Para atender ao último objetivo, as Cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio comercial sobre o Brasil. Havia, portanto, uma visível contradição no movimento de 1820: se ele era liberal para os portugueses, em relação ao Brasil, a revolução buscava nada mais do que retomada do colonialismo. Atender às propostas liberais, portanto, significaria o retorno do Brasil à condição de colônia. Enquanto elaboravam a nova Constituição do país, as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna espanhola, de inspiração liberal. Ao mesmo tempo, no Brasil, chegavam as primeiras notícias da Revolução do Porto. E, com elas, as divisões em torno do movimento iniciado em Portugal.
A vinda da Corte Portuguesa para o Brasil estimulou o crescimento da cidade do Rio de Janeiro. A população aumentou, surgiram novos prédios, e o comércio se tornou mais variado. As terras vizinhas passaram a se desenvolver, com melhoramentos urbanos. Transferiram-se para o Brasil todos os órgãos da Administração Pública e da Justiça; criaram-se academias, hospitais, quartéis, a Biblioteca Real, a Academia de Belas Artes e o Jardim Botânico, tornando-se também o Rio de Janeiro ponto de partida de inúmeras expedições científicas. Ainda assim, a industrialização brasileira não se desenvolveu na época. Isso porque, em 1810, D. João firmou um tratado fixando em 15% as taxas para os produtos importados da Inglaterra, mais baratos até do que os que vinham de Portugal, cuja tarifa era de 16%. Mercadorias das outras nações eram taxadas em 24%. Diante dos enormes privilégios oferecidos as manufaturas inglesas, o estabelecimento de indústrias no Brasil era prejudicado e sistematicamente desestimulado, pois tornava-se praticamente impossível competir com a qualidade e o preço dos artigos daquele país. Apesar desta circunstância tão desfavorável, houve, durante a primeira metade do século XIX, várias tentativas de implantação de fábricas.
A Revolução Liberal do Porto A chamada Revolução do Porto foi um movimento liberal que acarretou consequências tanto na História de Portugal como na História do Brasil. Iniciado na cidade do Porto no dia 24 de Agosto de 1820, cuja burguesia mercantil se ressentia dos efeitos do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana, o movimento reivindicatório logo se espalhou, sem resistências, para outros centros urbanos de Portugal, consolidando-se com a adesão de Lisboa. Iniciado pela guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, e por comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza e o Exército português. Entre as suas reivindicações, exigiu: O imediato retorno da Corte para o reino, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana e o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional; e a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstauração do Pacto Colonial). A junta governativa de Lord Beresford foi substituída por uma junta provisória, que convocou as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa para elaborar uma Constituição para Portugal. Enquanto esta carta magna estava sendo redigida, entrou em vigor uma Constituição provisória, que seguia o modelo espanhol. O movimento, vitorioso, ficaria conhecido como Revolução do Porto ou Revolução Liberal do Porto. Como consequências, a Corte retornou a Portugal no ano de 1821 e, diante do progressivo aumento da pressão para a recolonização do Brasil, este proclamou a sua independência em 1822.
Nome: Rodrigo Moreira dos Santos Fernandes Turma: M56
A Corte Portuguesa Em 1818, o príncipe regente foi coroado rei de Portugal e recebeu o título de d. João VI. O acontecimento já era esperado desde a morte de dona Maria I, dois anos antes. Até aí, portanto, nada de novo. Foi uma sucessão sem sobressaltos. Mas havia algo de diferente naquela cerimônia. Ela não se passou em Lisboa, como as demais cerimônias da antiga monarquia portuguesa, mas na cidade do Rio de Janeiro, sede da Corte desde a vinda da família real para a América Portuguesa em 1808. A cidade do Rio de Janeiro, que recebeu os “novos visitantes”, estava em franca expansão no início do século XIX. Sua população havia crescido de 30 mil para cerca de 60 mil pessoas entre 1750 e 1808. Mantinha, porém, características de cidade colonial. Uma das mais importantes foi a abertura dos portos às “nações amigas”. A medida era muito importante por alguns motivos. Primeiro: assegurava rendas ao Tesouro Real, o que era fundamental para fixar o governo na colônia. Segundo: atendia aos objetivos ingleses de abrir o mercado brasileiro aos seus produtos, naqueles anos de bloqueio continental. Terceiro e último: na prática, terminava com o monopólio comercial.
A Revolução no Porto No dia 24 de agosto de 1820 começou, na cidade do Porto, um movimento liberal que logo se espalhou por outras cidades, consolidando-se com a adesão de Lisboa. Não houve resistência. Iniciada pela tropa irritada com a falta de pagamento e por comerciantes descontentes, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: Clero, Nobreza, e Exército. A Revolução de 1820 apresentava duas faces ontraditórias. Para Portugal, era liberal, na medida em que convocou as Cortes (Assembléia), que não se reuniam desde 1689, com o objetivo de elaborar uma Constituição que estabelecesse os limites do poder do rei. Para o Brasil, foi conservadora e recolonizadora, visto que se propunha a anular as medidas concedidas por D. João, exigindo a manutenção dos monopólios e privilégios portugueses, limitando a influência inglesa, subordinando novamente a economia e a administração brasileiras a Portugal. No Brasil, as primeiras notícias sobre o movimento chegaram por volta de outubro, ocasionando grande agitação. Todos se confraternizaram, mas aos poucos ficou clara a divergência de interesses entre os diversos setores da população. No Grão-Pará, na Bahia e no Maranhão, as tropas se rebelaram em apoio aos revolucionários portugueses, formando Juntas governativas que só obedeceriam às Cortes de Lisboa. A presença da família real no Rio de Janeiro agravara as diferenças que separavam o Centro-Sul do Norte e Nordeste, sobrecarregando essas regiões com o aumento e criação de novos tributos, destinados à manutenção da Corte, chamada de a "nova Lisboa".
Nome: Airton Romão Turma: M56 A mudança da comitiva portuguesa para o Brasil Em novembro de 1807, sob proteção da força naval inglesa, D. João, sua linhagem mudaram-se para o Brasil. Após a chegada, Dom João passou alguns dias em Salvador, quando tomou duas decisões que deram uma injeção de ânimo na economia brasileira: a abertura dos portos aos países amistosos e a autorização para a instalação de indústrias, outros feitos importantes para a economia foram a atividade agrícola que voltou a crescer. Após sair de Salvador, o rei foi para o Rio de Janeiro, lá chegando em 08 de março de 1808, transformando a cidade em residência da corte portuguesa. Revoltados, os portugueses exigiram, em 1820, a volta de D. João, Pediam também que fossem banidos os administradores estrangeiros e o comércio brasileiro fosse realizado só pelos mercantes de Portugal. D. João resolveu que a solução para esses problemas era voltar para Portugal, a qual deu-se em 26 de abril de 1821, aqui ficou seu filho, D. Pedro, como governante do Brasil, satisfazendo não só os portugueses, mas também os brasileiros. O embarque de D. João foi conturbado, pois este decidiu levar consigo o dinheiro e o ouro do Banco do Brasil.
A revolução do Porto aconteceu porque as elites portuguesas queriam o retorno de D. João VI para Portugal e ameaçaram fazer uma revolução para isso, Dom João voltou, mas seu filho D. Pedro ficou aqui e foi chamado de insolente pelas elites, em troca ele declarou o dia do fico,e depois a independência no Brasil..
VInda da Corte para o Brasil Fuga da Corte para o Brasil. Indeciso, o príncipe regente D João’ adiou o quanto pôde a solução, pois qualquer alternativa era danosa à monarquia. Afinal, a iminente invasão francesa tomou inadiável o desfecho.A fuga da Corte para o Rio de Janeiro, decidida na última hora, trouxe, não obstante, duas importantes conseqüências para o Brasil: a ruptura colonial e o seu ingresso na esfera de domínio da Inglaterra. Chegando ao Brasil, D. João estabeleceu a Corte no Rio de Janeiro e em 1808 decretou a abertura dos portos às nações amigas, pondo fim, na prática, ao exclusivo metropolitano que até então restringia drasticamente o comércio do Brasil. A cidade andava extasiada com as notícias de que estava próximo o dia do rei, em pessoa, estar na exuberante, e acanhada, capital tropical e o vice-rei e capitão geral do Brasil, Dom Marcos de Noronha e Brito, apoiado pelos grandes da terra, preparava a recepção e a instalação da corte, dando exemplo ao despejar-se, a si próprio, do palacete em que vivia para cedê-lo aos ilustres migrantes sem teto. E Portugal, da Inglaterra e França, fortes comerciantes, da Itália vários artistas, da Áustria sábios naturalistas e da costa da África, pretos de várias compleições, num total de 5.000 a 10.000 pessoas. Na realidade, não resta opção para os moradores, pois uma das primeiras leis baixadas pelo regente, D. João, foi o direito de aposentadoria que consta das Ordenações do Reino, nos livros 2 e 4.
Revolução do Porto
Em 1820, Portugal se encontrava em uma situação bastante complicada. Do ponto de vista político, o país estava sob a supervisão de autoridades inglesas que lutaram contra as invasões promovidas pelos exércitos de Napoleão Bonaparte. Além disso, o rei da nação se encontrava no Rio de Janeiro, o que gerou uma expressa insatisfação para com o regime monárquico. Paralelamente, a economia se encontrava prejudicada com a abertura dos portos brasileiros e os conflitos que tomaram conta do país. Em 24 de agosto de 1820, aproveitando-se da ausência do Lorde Protetor britânico, os portugueses iniciaram um movimento revolucionário que tomou a cidade do Porto e, em poucas semanas, atingiu Lisboa, capital do país. A partir desse levante, uma nova junta governativa tomou o controle de Portugal. A mais importante medida tomada por esse governo provisório foi a convocação das Cortes, uma espécie de assembleia constituinte formada por representantes do povo, do clero e da nobreza. A missão fundamental das Cortes era promover o estabelecimento de uma nova carta constitucional que limitasse o poder de atuação da autoridade monárquica e atendesse os demais anseios da população portuguesa. Para que isso fosse possível, era necessário que o rei Dom João VI estivesse presente no país. No dia 26 de abril de 1821, a Família Real voltou para Lisboa. Contudo, temendo que fosse destituído de seu cargo, D. João VI teve a astúcia de deixar seu filho D. Pedro I no Brasil, sob a condição de príncipe regente. Em sua formação, as Cortes contavam com 205 parlamentares, sendo 75 destes representantes políticos provenientes do Brasil. Nessa época, tendo atingido a condição de Reino Unido, o Brasil também integrava o território e o cenário político lusitano.
aluna: Izabella Cerqueira turma M-56 Revolução do porto Essa revolução foi um movimento militar, na cidade do porto espalhou-se por outras partes ate que chegou a Lisboa, esse movimento conquistou as pessoas com as condições mais elevada da época. Portugal estava em uma crise economicamente, política e social, porem a família real estava no Brasil. A Europa também passava por revoluções liberais; com a influencia da corte portuguesa e do movimento, com isso é criado uma monarquia constitucional que garantia direitos aos cidadãos portugueses que estava em meio a crise.As cortes Portuguesas adotaram a carta Magna Espanhola, de inspiração liberal enquanto isso chegava no Brasil a noticia da revolução do porto. No Brasil acreditava-se que a revolução iria acabar com o absolutismo, Dentre os pontos de vistas das pessoas com poder sociais diferentes e regiões também houve divisões. Dom João 6 assumiu uma postura conciliadora em relação as cortes portuguesas , Afamilia real voltou para Lisboa mas Dom Pedro ficou no Brasil.
A transferencia da corte portuguesa para o brasil
Em 1808, a corte portuguesa veio para o Brasil fugindo do Imperador Frances Napoleão Bonaparte, no período em que a corte permaneceu no Brasil provocou grandes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais. As embarcações trazendo a corte e a nobreza portuguesa para o Brasil aportaram em Salvador. E logo foi transferido definitivamente para o RJ. Para obter recursos financeiros adotou uma política econômica gradativa que pôs fim as limitações empostas pelo pacto colonial.Foi com esse objetivo que em 28 de janeiro do mesmo ano, o regente Don Napoleão assinou a carta que decretava a abertura dos portos brasileiros as nações amigas. Alem de todas as mudanças nas relações comerciais a permanência do governo português no Brasil provocou também importantes transformações na vida urbana e cultural da colônia. Em1815, Napoleão derrotado definitivamente por uma aliança de pais europeus.Neste mesmo ano a corte portuguesa consegui que o congresso de Viena aprovasse um documento em que o Brasil foi elevado a categoria de reino unido a Portugal e Algares.Desde a partida da corte portuguesa a população sofria com a decadência, do comercio, a fome, a miséria e a tirania política e isto gerou a descontentamento popular e aconteceram revolta se rebeliões. Precionado pelos súditos, dom João 6º decidiu retornar a Portugal e deixou seu filho dom Pedro para governar o Brasil como regente.
Formado em História (licenciatura plena) e Pós-graduado em História social e Cultural do Brasil, com ênfase em História da África e Didática no Ensino Superior.
Nome:Thays Velasco
ResponderExcluirTurma:m56
Resumo sobre: A transferência da corte Portuguesa para o Brasil.
Com a vinda da Corte Portuguesa para o Brasil, o Rio de Janeiro foi privilegiado.
Se o Príncipe Regente de Portugal ( D. João) governava do Rio de Janeiro, aqui era a capital do Império Português. Aqui morava a Família Real Portuguesa, portanto era preciso que a cidade fosse embelezada e oferecesse tudo aquilo de que os nobres precisavam.
Assim, surgiram novas casas e novos bairros, a Família Real foi morar na chácara onde hoje é a Quinta da Boa Vista. Foram criados novos serviços públicos como: Arquivo Real Militar, Real Fábrica de Pólvora, Erário Régio, Tribunal da Junta do Comércio, o Corpo da Guarda da Polícia, o Banco do Brasil.
Além disso, os nobres estavam habituados a ter acesso à cultura portanto, o Rio de Janeiro ganhou a Biblioteca Nacional, o Jardim Botânico, o Teatro Real de São João, a Imprensa Régia e várias Escolas.
Resumo sobre: A Revolução do porto
A chamada Revolução do Porto foi um movimento liberal que acarretou conseqüências tanto na História de Portugal como na História do Brasil.
Iniciado na cidade do Porto no dia 24 de Agosto de 1820, cuja burguesia mercantil se ressentia dos efeitos Lopes e maricas do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana, o movimento reivindicatório logo se espalhou, sem resistências, para outros centros urbanos de Portugal, consolidando-se com a adesão de Lisboa.
Iniciado pela guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, e por comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza e o Exército português. Entre as suas reivindicações, exigiu:
O imediato retorno da Corte para o reino, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana;
o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional; e
a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstalação do Pacto Colonial).
Nome:Natália Vilarde
ResponderExcluirTurma:m56
Resumo sobre: A transferência da corte Portuguesa para o Brasil.
Já no começo do século XIX, a Europa estava abalada pelas conseqüências da revolução francesa, além de seus princípios de liberdade e fraternidade terem se difundido na Europa. E assim começa o novo século. Pouco tempo depois, surge uma figura extremamente importante na Revolução Francesa, que mudou o rumo da historia mundial e principalmente, no Brasil. Este grande pequeno homem chamava-se Napoleão Bonaparte. Este homem de pouco mais de 1,60m de altura corou-se Imperador da França, e estava disposto à se tornar o senhor supremo da Europa e do mundo. Conquistou a maioria dos países europeus, com exceção da Rússia (muito grande, perdeu lá pelo frio e fome, que causou a desmoralização de seus soldados), Inglaterra (muito forte militarmente) e Portugal (pequeno reino europeu, aliado da Inglaterra). Após então, Napoleão decidiu derrotar a Inglaterra internamente, então proibiu a todos os países da Europa a fazer comercio c/ a Inglaterra. Portugal então apenas ignorou e comercializou com os ingleses livremente. Napoleão enraivecido decretou guerra e decidiu invadir o pequeno país (e se ele conquista-se Portugal, o Brasil automaticamente seria dele). O rei de Portugal, Dom João VI, considerado um rei muito burro, consegui confundir o nanico Frances e transferir a sede do reino para o Brasil, se transferindo para cá (sabia que até Napoleão já tinha planos para o Brasil? Ele queria transformar esse nosso pai em uma sede militar avançada e grande exportador agropecuário). Dom João então ficou aqui e tomou gosto pela terra, quase se esquecendo de Portugal. Transformou e melhorou o país.
Resumo sobre: A Revolução do porto
A chamada Revolução do Porto foi um movimento liberal que acarretou conseqüências tanto na História de Portugal como na História do Brasil.
Iniciado na cidade do Porto no dia 24 de Agosto de 1820, cuja burguesia mercantil se ressentia dos efeitos do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana, o movimento reivindicatório logo se espalhou, sem resistências, para outros centros urbanos de Portugal, consolidando-se com a adesão de Lisboa.
Iniciado pela guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, e por comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza e o Exército português. Entre as suas reivindicações, exigiu:
o imediato retorno da Corte para o reino, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana;
o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional; e a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil(reinstalação do Pacto Colonial).
Nome:Aline de Paula Casas.
ResponderExcluirTurma:M-56
Resumo sobre: A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil.
Em 1808,a Corte Portuguesa estabeleceu-se no Brasil fugindo da invasão de Portugal pelos franceses.Para compreendermos as causas da tranferência da Corte portuguesa para o Brasil é necessário para os acontecimentos na Europa.Com objetivo de quebrar resistência da Inglaterra,Napoleão tentou sufocá-la.
Portugal se encontrava numa situação bastante dificil sofrendo pressões tanto dos ingleses quanto dos franceses.Em 1807,França e Espanha assinaram o tratado de Fontainebleau,que formalizava a decisão de ambas nações de invadirem Portugal e dividirem entrei si suas colônias.
A partida da Corte portuguesa deu-se no momento em que tropas francesas,comandadas pelo general Junot iniciaram a invasão.Em 7 de março,transferiram-se definitivamente para o Rio de Janeiro,a Corte Portuguesa adotou uma política econômica gradativa e livre comércio do Brasil.
Foi com esse objetivo que em 28 de Janeiro de 1808 o regente Dom João assinou a arta régia decretando a abertura dos portos brasileiros.Em 1 de abril de 1808 dona Maria 1ª revogou o alvará de 1785,vários foram os obstáculos que impediam o florescimento da indústria.
Em 1810 por exemplo,foi assinado o tratado de Comércio e Navegação que estabelecia a cobrança de taxa de 15% da importação inglesa.
Com relação à política externa os governantes portugueses lutaram neste período para ampliar as fronteiras territoriais brasileiras.Além de todas as mudanças o estabelecimento e a permanência do governo português no Brasil.
Em 1815,Napoleão foi derrotado definitivamente por uma aliança de países europeus,realizaram o Congresso de Viena.A Corte Portuguesa lutou para restabelecer seus direitos sobre o reino.
O descontentamento popular gerou rebeliões e revoltas.Portugal porém atravessava uma situação de crise econômica e caos social.
Resumo sobre:Revolução do Porto
A Revolução Liberal do Porto foi um movimento militar iniciadp em agosto de 1820 na cidade de Porto,embora tenha se passado na Europa a Revolução de 1820 está intimamente ligada aos rumos da história brasileira no século 19.A transferências da Corte Portuguesa para sua maior colônia trouxe novos desafios para Portugal,a abertura dos portos brasileiros por exemplo.A nobreza por sua vez havia perdido uma série de privilégios,enfim o cenário de Portugal naquele momento parecia contrastar com a suposta prosperidade do Brasil.
No mesmo ano outras regiões da Europa passaram por revoluções liberais,as Cortes portuguesas também procuraram formar um governo liberal no país subordinando a Coroa ao Legislativo.Enquanto elaboravam a nova constituição do país as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna Espanhola,ao mesmo tempo no Brasil chegavam as primeiras notícias da Revolução do Porto.
As primeiras notícias da revolução do Porto chegaram no Brasil somento dois meses depois do início do movimento.Os primeiros acreditam que a revolução acabaria com o absolutismo,os outros enxergavam como uma chance de restabelecer o monopólio comercial.O ponto de inflexão ocorreu em dezembro daquele ano quando as Cortes exigiram a imediata volta de Dom Pedro a Portugal,o que se viu a partir de então foram acontecimentos à Independência do Brasil em setembro de 1822.
Nome:Lívia Casas.
ResponderExcluirTurma:M-56
Resumo de : A Tranferência da Corte Portuguesa para o Brasil
Em 1808, a Corte Portuguesa estabeleceu-se no Brasil fugindo da invavão de Portugal pelos franceses. Os treze anos de sua permanência no Brasil provocariam importantes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais.
Portugal se encontrava numa situação bastante difícil sofrendo pressões tanto dos ingleses quanto dos franceses. De um lado, Napoleão exigia que Portugal rompesse política e economicamente com a Inglaterra, fechasse seus portos.
A partida da Corte Portuguesa deu-se no momento em que as tropas francesas, comandadas pelo General Junot, iniciaram a invasão do reino. As embarcações trazendo a Corte e a nobreza portuguesa para o Brasil aportaram em Salvador.
Em 1 de abril de 1808, Dona Maria 1 ª revogou o alvará de 1785, liberando o estabelecimento de indústrias e manufaturas no Brasil.
Em 1810, foi assinado o tratado do Comércio e Navegação, que estabelecia a cobrança de taxa de 15 por cento na importação de mercadorias inglesas; e a concessão de um porto, o de Santa Catarina, que ficou livre de taxas alfandegárias.
Além de todas as mudanças nas relações comerciais e nos padrões das ativiadades produtivas mencionadas; o estabelecimento e a permanência do governo português no Brasil.
Em 1815, Napoleão foi derrotado definitivamente por uma aliança de países europeus e organizaram o Congresso de Viena.
Portugal, porém, atrevessava uma situação de crise econômica e caos social. Desde a partida da Corte Portuguesa, os súditos do reino se sentiram traídos pelos seus governantes.
Resumo de : Revolução do Porto
A Revolução Liberal do Porto foi um movimento militar iniciado em agosto de 1820 na cidade do Porto, ao norte de Portugal, espalhando-se rapidamente para outras regiões do país, até chegar em Lisboa.
Naquele mesmo ano, outras regiões da Europa passaram por revoluções liberais. Para atender ao último objetivo, as Cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio comercial sobre o Brasil. Enquanto elaboravam a nova Constituição do País, as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna espanhola.
As primeiras notícias da Revolução do Porto chegaram ao Brasil somente dois meses após o iníccio do movimento. Os primeiros acreditavam que a revolução acabaria com o absolutismo, os outros enxergavam no movimento a chance de restabelcer o monopólio comercial. Nas províncias do Centro-Sul, predominou a posição contrária ás reivindicaçõe ás das Cortes Portuguesas, com o retorno da Família Real da Europa. No Norte e Nordeste, contudo, a posição foi outra. Amplos setores tinham sido prejudicados pela autonomia dada ao Brasil desde 1808.
Nome : Matheus Grijó
ResponderExcluirTurma: M56
Resumo: A tranferência da Coroa portuguesa para o Brasil!
: A ter em conta o que nos dão a saber as sínteses de História de Portugal a respeito das Invasões Francesas, seremos forçados a concluir que os Açores são totalmente ignorados relativamente à aventura napoleónica na sua fase peninsular em que Portugal foi teatro de operações. Esta marginalidade, entenda-se, traduz-se numa absoluta omissão quanto a qualquer relação, directa ou indirecta, com os desenvolvimentos desse relevante período da nossa história. Dir-se-ia que o espaço português se reparte, então, pela porção continental ocupada pelos exércitos de Napoleão e pelo território do Brasil para onde a Corte se tranferiu em finais de 1807, dando lugar a uma fase marcante da vida nacional já que, como afirma Kenneth Maxwell "representou uma verdadeira linha divisória, tanto na história de Portugal como da do Brasil”. [...] Desta feita, propomo-nos trabalhar sobre um conjunto documental diversificado relativo à Capitania-Geral dos Açores, visando estabelecer em torno da sua análise uma perspectiva esclarecedora quanto às incidências nos Açores das dificuldades resultantes da devastação causada pelas invasões napoleónicas, da consequente transferência da corte portuguesa para o Brasil e, em última análise, do endividamento externo da coroa, daí resultante. [...]
Resumo : A Revolução do Porto!
Tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
Nome : Marcos Soares Cavalcanti Junior
ResponderExcluirTurma: M-56
A Vinda da corte Portuguesa para o Brasil
No século XIX, grandes acontecimentos marcaram a história da Europa, entre uma delas, foi quando Napoleão Bonaparte se tornou soberano do Império da França, seu objetivo era comandar toda a Europa, e para que isso se tornasse realidade, invadiu e aniquilou os exércitos de diversos países, porém não conseguiu o esperado sucesso, pois, o exercito inglês o superou. Nessa época, Portugal era governado pelo provável herdeiro da coroa, Dom João.
Em novembro de 1807, toda a nobreza portuguesa, sob a proteção da força naval inglesa, chegaram ao Brasil. Ficando alguns dias em Salvador, Dom João tomou suas duas primeiras decisões importantes para a economia brasileira, autorizou a instalação de indústrias e fez a abertura dos portos aos países amistosos, além da construção de estradas.
No dia 8 de março de 1808, Dom João se mudou para o Rio de Janeiro, aonde se tornou a residência oficial da corte portuguesa, lá ele instituiu alguns ministérios, entre eles o da Guerra, da Marinha, da Fazenda e do Interior.
Enquanto o Brasil crescia socialmente e economicamente, Portugal só decaia, gerando uma grande revolta na população portuguesa, aonde exigiram a volta da corte para Portugal, não tendo outra opção Dom João retornou para Portugal, porém levou consigo todo o dinheiro dos cofres brasileiros, assim enriquecendo Portugal novamente, e deixando o Brasil em uma grande crise econômica.
A Revolução Liberal do Porto
Em 1820, Portugal se encontrava em uma situação bastante complicada. Do ponto de vista político, o país estava sob a supervisão de autoridades inglesas que lutaram contra as invasões promovidas pelos exércitos de Napoleão Bonaparte. Além disso, o rei da nação se encontrava no Rio de Janeiro, o que gerou uma expressa insatisfação para com o regime monárquico. A economia se encontrava prejudicada com a abertura dos portos brasileiros e os conflitos que tomaram conta do país.
A mais importante medida tomada por esse governo provisório foi a convocação das Cortes, uma espécie de assembleia constituinte formada por representantes do povo, do clero e da nobreza. A missão fundamental das Cortes era promover o estabelecimento de uma nova carta constitucional que limitasse o poder de atuação da autoridade monárquica e atendesse os demais anseios da população portuguesa. Para que isso fosse possível, era necessário que o rei Dom João VI estivesse presente no país.
No dia 26 de abril de 1821, a Família Real voltou para Lisboa.
Antes que Dom Pedro I voltasse a Portugal ou que uma revolta popular eclodisse no Brasil, os membros da nossa elite incitaram o regente a proclamar a independência. Dessa forma, o Estado português perdia seu mais rico território de exploração colonial e o Brasil conquistava sua autonomia política.
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ResponderExcluirNome: Bruno Baião Silva Santos
ResponderExcluirturma: M-56
A transferência da Corte portuguesa para o Brasil
A família real portuguesa permanece no Brasil de 1808 a 1821. O deslocamento do governo metropolitano é provocado pela conjuntura européia durante o período napoleônico e influencia diretamente o processo da independência brasileira.
Principais medidas – Entre as primeiras decisões tomadas por Dom João, estão a abertura dos portos “às nações amigas”, a fundação do Banco do Brasil e do Jardim Botânico e a permissão para o funcionamento de fábricas e manufaturas. Em 1810, é assinado um acordo que concede tarifas preferenciais às mercadorias inglesas.
Nos anos seguintes, Dom João cria a Academia Militar e da Marinha, a Biblioteca Real e a Imprensa Régia. Em 1815, eleva o Brasil à condição de Reino Unido. O artifício é utilizado para que a monarquia portuguesa esteja formalmente representada no Congresso de Viena, que reorganiza o mapa político da Europa após a derrota de Napoleão . Um ano depois, recebe no Rio de Janeiro a Missão Francesa, um grupo de artistas e intelectuais, entre eles o francês Jean-Baptiste Debret .
Após a morte de sua mãe, Dona Maria I, em 1818, o regente é coroado no Rio de Janeiro, como Dom João VI . Em 1820, estoura em Portugal a Revolução do Porto, movimento liberal e antiabsolutista da burguesia. Depois de convocar em Lisboa as Cortes Constituintes, o governo revolucionário impõe ao rei o juramento antecipado da primeira Constituição portuguesa e pede sua volta. Dom João VI jura seguir a futura Constituição e regressa à metrópole em 26 de abril de 1821, deixando Dom Pedro, seu filho mais velho, como regente do Reino Unido.
Revolução Liberal do Porto (1820)
Burguesia mercantil liderava movimento
* organizaram um governo Junta Provisional do Governo Supremo do Reino conhecido como Revolução Liberal do Porto
• Fazer com que o Brasil voltasse a condição de Colônia
• Retorno da Família Real imediatamente
• Confusão de idéias ( Mercantilismo X Liberalismo )
• Submissão do rei ao Parlamento
26/11/1821, D. João VI, retorna a Portugal e deixa D. Pedro no Brasil como príncipe regente.
• Havia o interesse do governo português em transformar o Brasil em Colônia
• provoca reação das camadas influentes no Brasil.
Nome: Brenda Araujo Pralon
ResponderExcluirTurma:M56
Revolução do Porto
A revolução Liberal do porto foi um movimento militar iniciado em agosto de 1820 na cidade do Porto, conquistou o apoio da burguesia ,do clero, da nobreza e do exercito. Embora tenha se passado na Europa , a revolução de 1820 esta intimamente ligada aos rumos da historia do Brasil, já que nesse ano Portugal se encontrava numa situação de crise, pois a família real já não estava mais na metrópole , pois tinha fugido da invasão das tropas napoleônicas.
As cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio comercial sobre o Brasil, o movimento era contraditório pois atender as propostas liberais significaria retorno do país a condição de colônia.
Com a revolução a sociedade brasileira si dividiu,fosse em razão das ambigüidades da própria revolução ou mesmo dos interesses específicos.
Dom João sexto assumi uma postura conciliatória em relação a corte portuguesa, a família real volta a Portugal com exceção de Dom Pedro que assumiu a função de regente.
A transferência da corte Portuguesa para o Brasil
Em 1808 a corte portuguesa estabeleceu-se no Brasil fugindo da invasão de Portugal pelos franceses,a permanência no Brasil provocariam importantes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na colônia.
Napoleão abala a economia da Inglaterra com o bloqueio continental.
França e Espanha assinaram o tratado de Fontainebleau,que formalizava a decisão de ambas as nações de invadirem Portugal e dividirem entre si suas colônias , diante disso Portugal não vê outra maneira se não vir para o Brasil.
As embarcações trazendo a corte e a nobreza portuguesa aportaram em Salvador ,depois transferiram-se definitivamente para o RJ,
Dom João assina a carta regia decretando a abertura dos portos brasileiros as nações amigas.
Com o estabelecimento do governo português no Brasil provocou importantes transformações na vida urbana e cultural da colônia, com a criação do banco do Brasil , biblioteca real etc.
Nome: Thatiane Prates
ResponderExcluirTurma: M56
Resumo: A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil.
A Corte Portuguesa estabeleceu-se no Brasil em 1808 afim de fugir da invasão de Portugal pelos franceses. Durante seus 13 anos de permanência no Brasil, provocou importantes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na Colônia que marcaram os últimos anos de domínio lusitano, rompido formalmente pelo movimento de independência política, ocorrido em 1822.
Portugal encontrou-se numa situação difícil, sofrendo pressões tanto dos ingleses quanto dos franceses. Napoleão, de um lado, exigia que Portugal rompesse política e economicamente com a Inglaterra, fechasse seus portos e expulsasse o embaixador inglês, mas a Inglaterra tinha fortes comerciais com Portugal.
Em 1807, França e Espanha assinaram o tratado de Fontainebleau, que formalizou a decisão de ambas as nações de invadirem Portugal e divisão entre si de suas colônias.
A partida da Corte Portuguesa deu-se no momento em que tropas francesas, em comando por general Junot, iniciaram a invasão do reino. Em novembro de 1807, as embarcações que transportavam a Corte e a nobreza saíram do Tejo, em proteção por uma esquadra francesa.
Em 1º de abril de 1808, dona Maria 1ª revogou o alvará de 1785, liberando o estabelecimento de indústrias e manufaturas no Brasil.
Em 1810, foi assinado o tratado de Comércio e Navegação, que por sua vez estabelecia a cobrança de taxa de 15 por cento na importação de mercadorias inglesas.
Em 1816, as tropas luso-brasileiras, lideradas pelo general Lecor, dominaram Montevidéu e anexaram toda a região. Mas em 1817, a Guiana Francesa foi devolvida a França e, em 1825, a Província Cisplatina conquistou sua independência, que passou a chamar-se Uruguai.
A Corte Portuguesa lutou para restabelecer seus direitos sobre o reino de Portugal, foi bem sucedida nesse objetivo, pois em 16 de dezembro de 1815 conseguiu que o Congresso de Viena aprovasse um documento em que o Brasil foi elevado a categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves. A medida fazia legítima a permanência da Corte Potuguesa no Brasil, sem comprometer seus direitos em Portugal.
Resumo: Revolução do Porto.
A Revolução Liberal do Porto foi um movimento militar de início em agosto de 1820 na cidade do Porto. Embora tenha se passado na Europa, a Revolução de 1820 está intimamente ligada aos rumos da história brasileira no século 19.
A transferência da Corte Portuguesa para sua maior colônia trouxe novos desafios para o rei e profundas consequências para Portugal. A abertura dos portos brasileiros afetou a economia lusitana e a burguesia comercial do país, fovorecendo o restabelecimento da ordem anterior. A nobreza, por sua vez, perdeu uma série de previlégios que possuia como integrante da Corte Portuguesa. Não é difícil entender o por que que cada uma desses setores acabou apoiando o movimento de 1820.
Nesse mesmo ano, outras regiões da Europa passaram por revoluções liberais.
Para atender ao único objetivo, as Cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio sobre o Brasil.
Enquanto elaboravam a nova Constituição do país, as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna espanhola, de inspiração liberal, ao mesmo tempo que o Brasil chegaram as primeiras notícias da Revolução do Porto.
Em linhas gerais, sob o ponto de vista ideológico, havia os que se prendiam ao caráter liberal e os que ressaltavam seu aspecto colonialista. Sob o ponto de vista dos interesses específicos de cada estrato social ou região, o Brasil se dividiu, nas províncias do Centro-Sul, Norte e Nordeste.
Embora o movimento de 1820 ameaçasse limitar seus poderes, dom João 6º assumiu uma postura conciliatória em relação às Cortes Portuguesas. No dia 26 de abril de 1821, a Família Real retornou a Lisboa, com esceção de Dom Pedro, que assumiu a função de regente.
O que se viu a partir de então foi uma sucessão de acontecimentos que levaram a Independência do Brasil, em 1822.
Nome: Michel Marques
ResponderExcluirTurma: M56
A Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil
A transferência da corte para o Brasil se dá em um período turbulento em toda a Europa, nunca antes um único governante europeu cruzou o oceano para fazer uma simples visita em suas colônias ultramarinas, quanto mais uma corte inteira para aqui viver e governar. Com a transferência da corte portuguesa para o Brasil, começa-se a dar passos rumo a independência do Brasil. Ao chegar no Brasil Dom João fez o seu primeiro decreto, a abertura dos portos as nações amigas, ou seja, o Brasil poderia comercializar com a Inglaterra e outros países “amigos”, apesar de o Brasil só se separar de Portugal em 1822, a característica monopolização da colônia, estava extinta desde 1808. Em 1810 Dom João assinou tratados do Comércio, Navegação e Amizade com a Inglaterra, na simples teoria, eram apenas tratados importantes mais na prática esses tratados eram escandalosamente a favor dos britânicos, um bom exemplo a se dar é que quando as mercadorias portuguesas chegavam no Brasil deveriam pagar um valor alfandegário de 16%, já as mercadorias britânicas pagavam apenas 15%, com isso vinha para o Brasil uma gama de produtos desde vinhos até pianos, pode-se perceber que o Brasil estava amarrado a economia inglesa e ainda através do Rio de Janeiro, os ingleses exportavam boa parte de seus produtos para o Brasil e o resto da América do Sul. Os Reis europeus pressionavam para que Dom João retornasse a Portugal, só que para não ceder as pressões ele elevou o Brasil para Reino Unido de Brasil, Portugal e Algarves, na teoria o Brasil saia de uma simples colônia para a condição de um “país”, já na prática nada mudara.
A Revolução do Porto
Embora tenha se passado na Europa, a Revolução do Porto está diretamente ligada aos rumos da História do Brasil no século XIX. Em 1820, Portugal se encontrava numa situação de crise econômica, política e social. Em primeiro lugar porque, desde 1808, a Família Real não estava mais na metrópole, e, sim, no Brasil, A transferência da Corte portuguesa para sua maior colônia trouxe novos desafios para o rei e profundas conseqüências para Portugal. A abertura dos portos brasileiros, por exemplo, pôs fim ao monopólio comercial português sobre o Brasil, que havia perdurado durante praticamente três séculos. Essa medida afetou a economia lusitana e, em especial, a burguesia comercial do país, favorável ao restabelecimento da ordem anterior. A nobreza, por sua vez, havia perdido uma série de privilégios que possuía até então como integrante da Corte portuguesa - agora, não mais em Lisboa, mas, sim, no Rio de Janeiro. Naquele mesmo ano, outras regiões da Europa (como Espanha, Grécia e a cidade de Nápoles) passaram por revoluções liberais. Sob influência desses movimentos, as Cortes portuguesas também procuraram formar um governo liberal no país, subordinando a Coroa ao Legislativo (isso é, criando uma monarquia constitucional), garantindo direitos aos cidadãos portugueses e enfrentando a crise em que o país se encontrava. Para atender ao último objetivo, as Cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio comercial sobre o Brasil. Havia, portanto, uma visível contradição no movimento de 1820: se ele era liberal para os portugueses, em relação ao Brasil, a revolução buscava nada mais do que retomada do colonialismo. Atender às propostas liberais, portanto, significaria o retorno do Brasil à condição de colônia. Enquanto elaboravam a nova Constituição do país, as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna espanhola, de inspiração liberal. Ao mesmo tempo, no Brasil, chegavam as primeiras notícias da Revolução do Porto. E, com elas, as divisões em torno do movimento iniciado em Portugal.
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ResponderExcluirNome: Luiz Antônio Fonseca
ResponderExcluirTurma: M56
A vinda da Corte Portuguesa
A vinda da Corte Portuguesa para o Brasil estimulou o crescimento da cidade do Rio de Janeiro. A população aumentou, surgiram novos prédios, e o comércio se tornou mais variado. As terras vizinhas passaram a se desenvolver, com melhoramentos urbanos.
Transferiram-se para o Brasil todos os órgãos da Administração Pública e da Justiça; criaram-se academias, hospitais, quartéis, a Biblioteca Real, a Academia de Belas Artes e o Jardim Botânico, tornando-se também o Rio de Janeiro ponto de partida de inúmeras expedições científicas. Ainda assim, a industrialização brasileira não se desenvolveu na
época. Isso porque, em 1810, D. João firmou um tratado fixando em 15% as taxas para os produtos importados da Inglaterra, mais baratos até do que os que vinham de Portugal, cuja tarifa era de 16%. Mercadorias das outras nações eram taxadas em 24%.
Diante dos enormes privilégios oferecidos as manufaturas inglesas, o estabelecimento de indústrias no Brasil era prejudicado e sistematicamente desestimulado, pois tornava-se praticamente impossível competir com a qualidade e o preço dos artigos daquele país. Apesar desta circunstância tão desfavorável, houve, durante a primeira metade do século XIX, várias tentativas de implantação de fábricas.
A Revolução Liberal do Porto
A chamada Revolução do Porto foi um movimento liberal que acarretou consequências tanto na História de Portugal como na História do Brasil. Iniciado na cidade do Porto no dia 24 de Agosto de 1820, cuja burguesia mercantil se ressentia dos efeitos do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana, o movimento reivindicatório logo se espalhou, sem resistências, para outros centros urbanos de Portugal, consolidando-se com a adesão de Lisboa. Iniciado pela guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, e por comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza e o Exército português. Entre as suas reivindicações, exigiu: O imediato retorno da Corte para o reino, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana e o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional; e a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstauração do Pacto Colonial). A junta governativa de Lord Beresford foi substituída por uma junta provisória, que convocou as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa para elaborar uma Constituição para Portugal. Enquanto esta carta magna estava sendo redigida, entrou em vigor uma Constituição provisória, que seguia o modelo espanhol. O movimento, vitorioso, ficaria conhecido como Revolução do Porto ou Revolução Liberal do Porto. Como consequências, a Corte retornou a Portugal no ano de 1821 e, diante do progressivo aumento da pressão para a recolonização do Brasil, este proclamou a sua independência em 1822.
Nome: Rodrigo Moreira dos Santos Fernandes
ResponderExcluirTurma: M56
A Corte Portuguesa
Em 1818, o príncipe regente foi coroado rei de Portugal e recebeu o título de d. João VI. O acontecimento já era esperado desde a morte de dona Maria I, dois anos antes. Até aí, portanto, nada de novo. Foi uma sucessão sem sobressaltos. Mas havia algo de diferente naquela cerimônia. Ela não se passou em Lisboa, como as demais cerimônias da antiga monarquia portuguesa, mas na cidade do Rio de Janeiro, sede da Corte desde a vinda da família real para a América Portuguesa em 1808. A cidade do Rio de Janeiro, que recebeu os “novos visitantes”, estava em franca expansão no início do século XIX. Sua população havia crescido de 30 mil para cerca de 60 mil pessoas entre 1750 e 1808. Mantinha, porém, características de cidade colonial. Uma das mais importantes foi a abertura dos portos às “nações amigas”. A medida era muito importante por alguns motivos. Primeiro: assegurava rendas ao Tesouro Real, o que era fundamental para fixar o governo na colônia. Segundo: atendia aos objetivos ingleses de abrir o mercado brasileiro aos seus produtos, naqueles anos de bloqueio continental. Terceiro e último: na prática, terminava com o monopólio comercial.
A Revolução no Porto
No dia 24 de agosto de 1820 começou, na cidade do Porto, um movimento liberal que logo se espalhou por outras cidades, consolidando-se com a adesão de Lisboa. Não houve resistência. Iniciada pela tropa irritada com a falta de pagamento e por comerciantes descontentes, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: Clero, Nobreza, e Exército. A Revolução de 1820 apresentava duas faces ontraditórias. Para Portugal, era liberal, na medida em que convocou as Cortes (Assembléia), que não se reuniam desde 1689, com o objetivo de elaborar uma Constituição que estabelecesse os limites do poder do rei. Para o Brasil, foi conservadora e recolonizadora, visto que se propunha a anular as medidas concedidas por D. João, exigindo a manutenção dos monopólios e privilégios portugueses, limitando a influência inglesa, subordinando novamente a economia e a administração brasileiras a Portugal. No Brasil, as primeiras notícias sobre o movimento chegaram por volta de outubro, ocasionando grande agitação. Todos se confraternizaram, mas aos poucos ficou clara a divergência de interesses entre os diversos setores da população. No Grão-Pará, na Bahia e no Maranhão, as tropas se rebelaram em apoio aos revolucionários portugueses, formando Juntas governativas que só obedeceriam às Cortes de Lisboa. A presença da família real no Rio de Janeiro agravara as diferenças que separavam o Centro-Sul do Norte e Nordeste, sobrecarregando essas regiões com o aumento e criação de novos tributos, destinados à manutenção da Corte, chamada de a "nova Lisboa".
Nome: Airton Romão
ResponderExcluirTurma: M56
A mudança da comitiva portuguesa para o Brasil
Em novembro de 1807, sob proteção da força naval inglesa, D. João, sua linhagem mudaram-se para o Brasil. Após a chegada, Dom João passou alguns dias em Salvador, quando tomou duas decisões que deram uma injeção de ânimo na economia brasileira: a abertura dos portos aos países amistosos e a autorização para a instalação de indústrias, outros feitos importantes para a economia foram a atividade agrícola que voltou a crescer. Após sair de Salvador, o rei foi para o Rio de Janeiro, lá chegando em 08 de março de 1808, transformando a cidade em residência da corte portuguesa. Revoltados, os portugueses exigiram, em 1820, a volta de D. João, Pediam também que fossem banidos os administradores estrangeiros e o comércio brasileiro fosse realizado só pelos mercantes de Portugal. D. João resolveu que a solução para esses problemas era voltar para Portugal, a qual deu-se em 26 de abril de 1821, aqui ficou seu filho, D. Pedro, como governante do Brasil, satisfazendo não só os portugueses, mas também os brasileiros. O embarque de D. João foi conturbado, pois este decidiu levar consigo o dinheiro e o ouro do Banco do Brasil.
Nome: Airton Romão
ResponderExcluirTurma: M56
A revolução do Porto aconteceu porque as elites portuguesas queriam o retorno de D. João VI para Portugal e ameaçaram fazer uma revolução para isso, Dom João voltou, mas seu filho D. Pedro ficou aqui e foi chamado de insolente pelas elites, em troca ele declarou o dia do fico,e depois a independência no Brasil..
Nome: Gabriel da Silva Capela
ResponderExcluirTurma: M56
VInda da Corte para o Brasil
Fuga da Corte para o Brasil. Indeciso, o príncipe regente D João’ adiou o quanto pôde a solução, pois qualquer alternativa era danosa à monarquia. Afinal, a iminente invasão francesa tomou inadiável o desfecho.A fuga da Corte para o Rio de Janeiro, decidida na última hora, trouxe, não obstante, duas importantes conseqüências para o Brasil: a ruptura colonial e o seu ingresso na esfera de domínio da Inglaterra. Chegando ao Brasil, D. João estabeleceu a Corte no Rio de Janeiro e em 1808 decretou a abertura dos portos às nações amigas, pondo fim, na prática, ao exclusivo metropolitano que até então restringia drasticamente o comércio do Brasil. A cidade andava extasiada com as notícias de que estava próximo o dia do rei, em pessoa, estar na exuberante, e acanhada, capital tropical e o vice-rei e capitão geral do Brasil, Dom Marcos de Noronha e Brito, apoiado pelos grandes da terra, preparava a recepção e a instalação da corte, dando exemplo ao despejar-se, a si próprio, do palacete em que vivia para cedê-lo aos ilustres migrantes sem teto. E Portugal, da Inglaterra e França, fortes comerciantes, da Itália vários artistas, da Áustria sábios naturalistas e da costa da África, pretos de várias compleições, num total de 5.000 a 10.000 pessoas. Na realidade, não resta opção para os moradores, pois uma das primeiras leis baixadas pelo regente, D. João, foi o direito de aposentadoria que consta das Ordenações do Reino, nos livros 2 e 4.
Revolução do Porto
Em 1820, Portugal se encontrava em uma situação bastante complicada. Do ponto de vista político, o país estava sob a supervisão de autoridades inglesas que lutaram contra as invasões promovidas pelos exércitos de Napoleão Bonaparte. Além disso, o rei da nação se encontrava no Rio de Janeiro, o que gerou uma expressa insatisfação para com o regime monárquico. Paralelamente, a economia se encontrava prejudicada com a abertura dos portos brasileiros e os conflitos que tomaram conta do país. Em 24 de agosto de 1820, aproveitando-se da ausência do Lorde Protetor britânico, os portugueses iniciaram um movimento revolucionário que tomou a cidade do Porto e, em poucas semanas, atingiu Lisboa, capital do país. A partir desse levante, uma nova junta governativa tomou o controle de Portugal.
A mais importante medida tomada por esse governo provisório foi a convocação das Cortes, uma espécie de assembleia constituinte formada por representantes do povo, do clero e da nobreza. A missão fundamental das Cortes era promover o estabelecimento de uma nova carta constitucional que limitasse o poder de atuação da autoridade monárquica e atendesse os demais anseios da população portuguesa. Para que isso fosse possível, era necessário que o rei Dom João VI estivesse presente no país. No dia 26 de abril de 1821, a Família Real voltou para Lisboa. Contudo, temendo que fosse destituído de seu cargo, D. João VI teve a astúcia de deixar seu filho D. Pedro I no Brasil, sob a condição de príncipe regente. Em sua formação, as Cortes contavam com 205 parlamentares, sendo 75 destes representantes políticos provenientes do Brasil. Nessa época, tendo atingido a condição de Reino Unido, o Brasil também integrava o território e o cenário político lusitano.
aluna: Izabella Cerqueira
ResponderExcluirturma M-56
Revolução do porto
Essa revolução foi um movimento militar, na cidade do porto espalhou-se por outras partes ate que chegou a Lisboa, esse movimento conquistou as pessoas com as condições mais elevada da época. Portugal estava em uma crise economicamente, política e social, porem a família real estava no Brasil.
A Europa também passava por revoluções liberais; com a influencia da corte portuguesa e do movimento, com isso é criado uma monarquia constitucional que garantia direitos aos cidadãos portugueses que estava em meio a crise.As cortes Portuguesas adotaram a carta Magna Espanhola, de inspiração liberal enquanto isso chegava no Brasil a noticia da revolução do porto.
No Brasil acreditava-se que a revolução iria acabar com o absolutismo, Dentre os pontos de vistas das pessoas com poder sociais diferentes e regiões também houve divisões.
Dom João 6 assumiu uma postura conciliadora em relação as cortes portuguesas , Afamilia real voltou para Lisboa mas Dom Pedro ficou no Brasil.
A transferencia da corte portuguesa para o brasil
Em 1808, a corte portuguesa veio para o Brasil fugindo do Imperador Frances Napoleão Bonaparte, no período em que a corte permaneceu no Brasil provocou grandes transformações políticas, sociais, econômicas e culturais.
As embarcações trazendo a corte e a nobreza portuguesa para o Brasil aportaram em Salvador. E logo foi transferido definitivamente para o RJ. Para obter recursos financeiros adotou uma política econômica gradativa que pôs fim as limitações empostas pelo pacto colonial.Foi com esse objetivo que em 28 de janeiro do mesmo ano, o regente Don Napoleão assinou a carta que decretava a abertura dos portos brasileiros as nações amigas.
Alem de todas as mudanças nas relações comerciais a permanência do governo português no Brasil provocou também importantes transformações na vida urbana e cultural da colônia.
Em1815, Napoleão derrotado definitivamente por uma aliança de pais europeus.Neste mesmo ano a corte portuguesa consegui que o congresso de Viena aprovasse um documento em que o Brasil foi elevado a categoria de reino unido a Portugal e Algares.Desde a partida da corte portuguesa a população sofria com a decadência, do comercio, a fome, a miséria e a tirania política e isto gerou a descontentamento popular e aconteceram revolta se rebeliões.
Precionado pelos súditos, dom João 6º decidiu retornar a Portugal e deixou seu filho dom Pedro para governar o Brasil como regente.
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