domingo, 7 de novembro de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Para meus alunos da T.500. Leiam o texto a seguir e redijam uma redação sobre o Tema: EDUCAÇÃO. Um problema da família ou responsabilidade da escola?
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando velho não se desviará dele”. Pv. 22:6 Este princípio bíblico tem alguns ensinamentos que precisamos observar no tocante a educação infantil. Podemos perceber algumas verdades aqui contidas.
Primeiramente a quem é dada a ordem de ensinar? Esta ordenança está voltada aos pais e depois a todos aqueles que estão juntos desta. Os professores por passarem muito tempo próximos das crianças também têm essa responsabilidade.
O segundo aspecto importante é a idéia do que seja “ensinar”. Isso é muito mais que passar informações de conteúdos, é instruir sobre princípios de vida e acompanhar, neste caso, a criança na prática desses ensinamentos. É dar as condições para que esta criança possa colocar em prática aquilo que lhe foi ensinado.
Tendo em vista todas as infomações já lidas, responda também a pergunta:
Como podemos explicar e evitar o constante crescimento de delitos cometidos por jovens e adolescentes?
De quem é a culpa? Da família ou da escola?
OBS.: Se preferir, deixe seu comentário e suas respostas postadas no blog, mas com a devida identificação (ex.: NOME COMPLETO E NÚMERO).
Trabalhos e postagens até o dia 15/07/2010.
Primeiramente a quem é dada a ordem de ensinar? Esta ordenança está voltada aos pais e depois a todos aqueles que estão juntos desta. Os professores por passarem muito tempo próximos das crianças também têm essa responsabilidade.
O segundo aspecto importante é a idéia do que seja “ensinar”. Isso é muito mais que passar informações de conteúdos, é instruir sobre princípios de vida e acompanhar, neste caso, a criança na prática desses ensinamentos. É dar as condições para que esta criança possa colocar em prática aquilo que lhe foi ensinado.
Tendo em vista todas as infomações já lidas, responda também a pergunta:
Como podemos explicar e evitar o constante crescimento de delitos cometidos por jovens e adolescentes?
De quem é a culpa? Da família ou da escola?
OBS.: Se preferir, deixe seu comentário e suas respostas postadas no blog, mas com a devida identificação (ex.: NOME COMPLETO E NÚMERO).
Trabalhos e postagens até o dia 15/07/2010.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Os EUA nos séculos XVIII e XIX
Os E.U.A. nos séculos XVIII e XIX.
Nesta aula iremos tratar da formação dos Estados Unidos da América. Primeiramente o processo de independência dos Estados Unidos, em seguida, o processo de expansão territorial e, para encerrar, a Guerra de Secessão.
Processo de independência dos E.U.A
Para começar, vamos relembrar que a colonização inglesa, na América do Norte, foi diferenciada. As chamadas Treze colônias, situadas na América do Norte, estavam assim constituídas: ao Norte, região conhecida como Nova Inglaterra, apresentando um clima temperado, desenvolveu-se uma colonização de povoamento- baseada na pequena propriedade e no fortalecimento do mercado interno; ao Sul, uma região de clima tropical, desenvolveu-se uma economia assentada na grande propriedade, voltada para atender os interesses do mercado externo, e com desenvolvimento do trabalho escravo- trata-se de uma colônia de exploração.
A fiscalização inglesa sobre suas colônias nunca foi muito severa. Como exemplo disto, tem-se o desenvolvimento do chamado "comércio triangular", onde o comércio colonial concorria com o comércio metropolitano. As relações entre Metrópole e colônia, eram baseadas na ampla autonomia político-administrativa. A partir do momento que a Metrópole inglesa interferiu nesta autonomia, o processo de independência entrou em curso.
As causas da Independência
Entre as causas da independência dos EUA temos: a difusão do Iluminismo, a Guerra dos Sete Anos e o enrijecimento do pacto-colonial.
a) A GUERRA DOS SETE ANOS ( 1756/1763 ) - conflito entre França e Inglaterra, envolvendo uma disputa por territórios coloniais. Durante o conflito, os colonos americanos aliaram-se aos ingleses. A guerra trouxe problemas financeiros para a Inglaterra, iniciando se uma política fiscalista da Inglaterra. A nova política colonial inglesa começou em 1763, quando a Inglaterra proibiu que os colonos ocupassem as terras conquistas durante os conflitos com a França. Os custos da Guerra dos Sete Anos foram transferidos para as colônias inglesas, mediante as novas leis aprovadas pelo Parlamento:
1764: A Lei do Açúcar (Sugar Act) - elevava as tarifas fiscais sobre o açúcar, melaço, tabaco e café.
1765: a Lei do Selo (Stamp Act) - taxa cobrada sobre todo papel impresso na colônia: jornais e documentos de transações comerciais.
1767: Atos Townshed - impostos sobre mercadorias importadas, como o chá, corantes, papel, artigos de luxo.
1773: A Lei do Chá ( Tea Act ) - concedia o monopólio do comércio do chá à Companhia das Índias Ocidentais, eliminando a participação intermediária dos colonos americanos. No ano de 1773, um navio da Companhia da Índias Ocidentais foi atacado e seu carregamento de chá foi destruído, no porto de Boston. Este episódio ficou conhecido como The Boston Tea Party, provocando violenta repressão por parte da Inglaterra. Em 1774, a Inglaterra decretou um novo conjunto de leis, as Leis Intoleráveis, que fechavam o porto de Boston, exigiam uma indenização do carregamento de chá destruído e o aquartelamento de tropas na cidade de Boston. A este crescente fiscalismo inglês, soma-se a divulgação dos ideais iluministas por Thomas Jefferson, Samuel Adams, Richard Lee e Benjamin Franklin. Estes, com o auxílio de outros, organizaram o Primeiro Congresso Continental da Filadélfia- no ano de 1774. Não apresentava caráter separatista, e exigia a revogação das leis intoleráveis. Em 1775 ocorre o Segundo Congresso Continental da Filadélfia, de caráter separatista. Em 04 de julho de 1776 foi publicada a Declaração de Independência, redigida por Thomas Jefferson, e que continha uma Declaração dos Direitos do Homem.
Entre 1776 e 1783 os Estados Unidos enfrentavam a Inglaterra, na chamada Guerra de Independência, onde os norte-americanos eram comandados por George Washington. No ano de 1783, a Inglaterra reconhece a independência dos EUA com a assinatura do Tratado de Versalhes. A Constituição dos Estados Unidos da América foi promulgada em 1787 e determinava a criação de uma República federativa e presidencialista, a existência de três poderes ( executivo, legislativo e judiciário) independentes entre si. No ano de 1789, George Washington foi eleito o primeiro presidente dos Estados Unidos.
A expansão territorial dos Estados Unidos.
Vários foram os fatores que contribuíram para a expansão territorial, caracterizada pela conquista do Oeste:
- a doutrina do "Destino Manifesto", que afirmava ser uma vontade de Deus a conquista e a ocupação das terras situadas entre o Atlântico e o Pacífico;
- o crescimento demográfico e a necessidade de novas áreas para ampliar a produção agrícola e de áreas destinadas às pastagens;
- a descoberta de ouro, em 1848 na Califórnia, incentivou o deslocamento populacional em direção ao oeste;
- a compra de alguns territórios, como a Louisiana (da França), a Flórida (da Espanha) e o Alasca (da Rússia);
- uso da diplomacia com a Grã Bretanha, para adquirir o Oregon;
- a guerra contra o México (1845/48), onde os Estados Unidos anexaram boa parte do território mexicano: Texas, Novo México e Califórnia;
- expulsão e dizimação das tribos indígenas.
Entre as conseqüências da expansão territorial destacam-se o desenvolvimento econômico, dado ao crescimento populacional e ao fortalecimento do mercado consumidor. A disponibilidade de mão-de-obra contribuiu para o desenvolvimento da indústria, do comércio, da agricultura e pecuária. A expansão consolidou as diferenças sociais e econômicas, heranças da montagem do sistema colonial: ao norte desenvolveu-se uma poderosa burguesia industrial e comercial, interessada em ampliar o mercado consumidor, por isto mostrava-se contra a escravidão; ao sul consolidou-se a aristocracia rural, assentada na grande propriedade
escravocrata e monocultora.
A Guerra de Secessão (1861/1865).
A expansão territorial norte-americana ampliou o debate sobre o regime de trabalho. Qual deveria ser o sistema de trabalho a ser utilizado nos novos territórios: trabalho assalariado ou trabalho livre?
A independência dos estados Unidos não solucionou efetivamente este problema que, com a expansão territorial tornou-se nacional. Assim, entre as causas da Guerra de Secessão temos: as diferenças sócio-econômicas entre o Norte e o Sul dos Estados Unidos; a orientação econômica dos Estados Unidos - ao Norte interessava uma política protecionista, com pesadas taxas de importação, como forma de patrocinar seu desenvolvimento interno; ao sul interessava o livre cambismo, visto que dependia da exportação do algodão e da importação de produtos manufaturados. Outra questão de extrema importância foi a que envolvia o trabalho escravo. Os Estados do Norte não queriam que o trabalho escravo fosse adotado nos novos territórios, visto estarem interessados em ampliarem o mercado consumidor. Já os Estados sulistas pretendiam a manutenção do regime escravocrata, bem como a expansão das grandes plantações de algodão.
A questão escravista desenvolveu dois grupos políticos. De um lado o Partido Republicano, que representava os interesses da burguesia industrial e, de um outro lado, o Partido Democrático, representante dos escravocratas.
A causa imediata da Guerra de secessão foi a eleição de Abraham Lincoln, candidato do Partido Republicano, no ano de 1860. Em 1861, como reação à vitória de Lincoln, 11 Estados, liderados pela Carolina do Sul separaram-se da União e formaram os Estados Confederados da América. A guerra civil que se seguiu foi vencida pelo Norte. Durante a guerra, no ano de 1863, Lincoln decretou a abolição da escravatura, sendo em seguida assassinado em um teatro por John Wilkes Booth.
Consequenciais da Guerra de Secessão
Garantiu a unidade nacional; representou a vitória da burguesia industrial sobre a aristocracia escravocrata; incentivou de forma definitiva o desenvolvimento capitalista dos Estados Unidos; com a abolição da escravatura intensificam-se os preconceitos raciais, com o surgimento de grupos radicais, como a Ku-Klux-Klan.
A Guerra de Secessão trouxe um enorme desenvolvimento industrial, especialmente com a construção de ferrovias, integrando toda economia.
Nesta aula iremos tratar da formação dos Estados Unidos da América. Primeiramente o processo de independência dos Estados Unidos, em seguida, o processo de expansão territorial e, para encerrar, a Guerra de Secessão.
Processo de independência dos E.U.A
Para começar, vamos relembrar que a colonização inglesa, na América do Norte, foi diferenciada. As chamadas Treze colônias, situadas na América do Norte, estavam assim constituídas: ao Norte, região conhecida como Nova Inglaterra, apresentando um clima temperado, desenvolveu-se uma colonização de povoamento- baseada na pequena propriedade e no fortalecimento do mercado interno; ao Sul, uma região de clima tropical, desenvolveu-se uma economia assentada na grande propriedade, voltada para atender os interesses do mercado externo, e com desenvolvimento do trabalho escravo- trata-se de uma colônia de exploração.
A fiscalização inglesa sobre suas colônias nunca foi muito severa. Como exemplo disto, tem-se o desenvolvimento do chamado "comércio triangular", onde o comércio colonial concorria com o comércio metropolitano. As relações entre Metrópole e colônia, eram baseadas na ampla autonomia político-administrativa. A partir do momento que a Metrópole inglesa interferiu nesta autonomia, o processo de independência entrou em curso.
As causas da Independência
Entre as causas da independência dos EUA temos: a difusão do Iluminismo, a Guerra dos Sete Anos e o enrijecimento do pacto-colonial.
a) A GUERRA DOS SETE ANOS ( 1756/1763 ) - conflito entre França e Inglaterra, envolvendo uma disputa por territórios coloniais. Durante o conflito, os colonos americanos aliaram-se aos ingleses. A guerra trouxe problemas financeiros para a Inglaterra, iniciando se uma política fiscalista da Inglaterra. A nova política colonial inglesa começou em 1763, quando a Inglaterra proibiu que os colonos ocupassem as terras conquistas durante os conflitos com a França. Os custos da Guerra dos Sete Anos foram transferidos para as colônias inglesas, mediante as novas leis aprovadas pelo Parlamento:
1764: A Lei do Açúcar (Sugar Act) - elevava as tarifas fiscais sobre o açúcar, melaço, tabaco e café.
1765: a Lei do Selo (Stamp Act) - taxa cobrada sobre todo papel impresso na colônia: jornais e documentos de transações comerciais.
1767: Atos Townshed - impostos sobre mercadorias importadas, como o chá, corantes, papel, artigos de luxo.
1773: A Lei do Chá ( Tea Act ) - concedia o monopólio do comércio do chá à Companhia das Índias Ocidentais, eliminando a participação intermediária dos colonos americanos. No ano de 1773, um navio da Companhia da Índias Ocidentais foi atacado e seu carregamento de chá foi destruído, no porto de Boston. Este episódio ficou conhecido como The Boston Tea Party, provocando violenta repressão por parte da Inglaterra. Em 1774, a Inglaterra decretou um novo conjunto de leis, as Leis Intoleráveis, que fechavam o porto de Boston, exigiam uma indenização do carregamento de chá destruído e o aquartelamento de tropas na cidade de Boston. A este crescente fiscalismo inglês, soma-se a divulgação dos ideais iluministas por Thomas Jefferson, Samuel Adams, Richard Lee e Benjamin Franklin. Estes, com o auxílio de outros, organizaram o Primeiro Congresso Continental da Filadélfia- no ano de 1774. Não apresentava caráter separatista, e exigia a revogação das leis intoleráveis. Em 1775 ocorre o Segundo Congresso Continental da Filadélfia, de caráter separatista. Em 04 de julho de 1776 foi publicada a Declaração de Independência, redigida por Thomas Jefferson, e que continha uma Declaração dos Direitos do Homem.
Entre 1776 e 1783 os Estados Unidos enfrentavam a Inglaterra, na chamada Guerra de Independência, onde os norte-americanos eram comandados por George Washington. No ano de 1783, a Inglaterra reconhece a independência dos EUA com a assinatura do Tratado de Versalhes. A Constituição dos Estados Unidos da América foi promulgada em 1787 e determinava a criação de uma República federativa e presidencialista, a existência de três poderes ( executivo, legislativo e judiciário) independentes entre si. No ano de 1789, George Washington foi eleito o primeiro presidente dos Estados Unidos.
A expansão territorial dos Estados Unidos.
Vários foram os fatores que contribuíram para a expansão territorial, caracterizada pela conquista do Oeste:
- a doutrina do "Destino Manifesto", que afirmava ser uma vontade de Deus a conquista e a ocupação das terras situadas entre o Atlântico e o Pacífico;
- o crescimento demográfico e a necessidade de novas áreas para ampliar a produção agrícola e de áreas destinadas às pastagens;
- a descoberta de ouro, em 1848 na Califórnia, incentivou o deslocamento populacional em direção ao oeste;
- a compra de alguns territórios, como a Louisiana (da França), a Flórida (da Espanha) e o Alasca (da Rússia);
- uso da diplomacia com a Grã Bretanha, para adquirir o Oregon;
- a guerra contra o México (1845/48), onde os Estados Unidos anexaram boa parte do território mexicano: Texas, Novo México e Califórnia;
- expulsão e dizimação das tribos indígenas.
Entre as conseqüências da expansão territorial destacam-se o desenvolvimento econômico, dado ao crescimento populacional e ao fortalecimento do mercado consumidor. A disponibilidade de mão-de-obra contribuiu para o desenvolvimento da indústria, do comércio, da agricultura e pecuária. A expansão consolidou as diferenças sociais e econômicas, heranças da montagem do sistema colonial: ao norte desenvolveu-se uma poderosa burguesia industrial e comercial, interessada em ampliar o mercado consumidor, por isto mostrava-se contra a escravidão; ao sul consolidou-se a aristocracia rural, assentada na grande propriedade
escravocrata e monocultora.
A Guerra de Secessão (1861/1865).
A expansão territorial norte-americana ampliou o debate sobre o regime de trabalho. Qual deveria ser o sistema de trabalho a ser utilizado nos novos territórios: trabalho assalariado ou trabalho livre?
A independência dos estados Unidos não solucionou efetivamente este problema que, com a expansão territorial tornou-se nacional. Assim, entre as causas da Guerra de Secessão temos: as diferenças sócio-econômicas entre o Norte e o Sul dos Estados Unidos; a orientação econômica dos Estados Unidos - ao Norte interessava uma política protecionista, com pesadas taxas de importação, como forma de patrocinar seu desenvolvimento interno; ao sul interessava o livre cambismo, visto que dependia da exportação do algodão e da importação de produtos manufaturados. Outra questão de extrema importância foi a que envolvia o trabalho escravo. Os Estados do Norte não queriam que o trabalho escravo fosse adotado nos novos territórios, visto estarem interessados em ampliarem o mercado consumidor. Já os Estados sulistas pretendiam a manutenção do regime escravocrata, bem como a expansão das grandes plantações de algodão.
A questão escravista desenvolveu dois grupos políticos. De um lado o Partido Republicano, que representava os interesses da burguesia industrial e, de um outro lado, o Partido Democrático, representante dos escravocratas.
A causa imediata da Guerra de secessão foi a eleição de Abraham Lincoln, candidato do Partido Republicano, no ano de 1860. Em 1861, como reação à vitória de Lincoln, 11 Estados, liderados pela Carolina do Sul separaram-se da União e formaram os Estados Confederados da América. A guerra civil que se seguiu foi vencida pelo Norte. Durante a guerra, no ano de 1863, Lincoln decretou a abolição da escravatura, sendo em seguida assassinado em um teatro por John Wilkes Booth.
Consequenciais da Guerra de Secessão
Garantiu a unidade nacional; representou a vitória da burguesia industrial sobre a aristocracia escravocrata; incentivou de forma definitiva o desenvolvimento capitalista dos Estados Unidos; com a abolição da escravatura intensificam-se os preconceitos raciais, com o surgimento de grupos radicais, como a Ku-Klux-Klan.
A Guerra de Secessão trouxe um enorme desenvolvimento industrial, especialmente com a construção de ferrovias, integrando toda economia.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda". (Paulo Freire)
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Sejam todos bem vindos!!!
Este blog foi criado com a finalidade de compartilhar artigos, textos, videos e aulas, entre as pessoas que tiverem este interesse comum. Além de formecer materiais e sanar dúvidas dos meus alunos.
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